domingo, 29 de junho de 2014

Como é que se dá cabo das papilas gustativas???

Eu explico!!!

1º vai-se ao hipermercado comprar leite e fraldas

2º olha-se para o total da conta e percebe-se que falta meia dúzia de cêntimos para chegar aos 30EUR

3º pensa-se com a rapidez possível que se se quer levar um cupão de desconto para o combustível tem de se adquirir mais um artigo

4º com mais rapidez ainda tira-se uma embalagem de chicletes, pois é o que está mais à mão

5º e com mais rapidez ainda, tira-se as de CANELA

6º segue-se para o carro, e como não se tem nada o que comer emborca-se uma pastilha

7º mesmo com a boca a doer, a picar, com sensação de queimada, insiste-se na burrice de manter a pastilha na boca

8º por fim deita-se a pastilha fora, depois de andar com ela na boca até deixar de sentir o gosto da mesma

Fácil não?? E claramente uma burrice a não repetir!!!



Sabes que o homem que tens à tua frente não se interessa por ti quando

1 - Olha descaradamente para uma miúda/mulher gira que levantou o rabo da cadeira à tua frente(ignorando a tua presença);


2 - Começa a olhar para o relógio incessantemente (para ver se o tempo passa mais rápido);


3 - Diz palavras como: claro; obvio, sim sim (numa posição de concordância aparente, mas que demonstra que não ouviu uma única palavra do que disseste);

4 - Mexe no telemóvel nervoso (na esperança que este toque e o salve);

5 - Indiretamente te diz que estás velha e com quilos a mais (pode ser que assim te afaste de vez);

6 - Fala muito do trabalho e do quanto os/as colegas são fantásticos, engraçados, boa onda, animados, simpáticos, os maiores (tentativa de te colocar peso na consciência quando dizes que estás cansada e preferes fazer um programa calmo);

Meia dúzia de coisitas que o género masculino gosta de fazer mas que o denuncia aos olhos e ouvidos atentos de uma mulher!!!

Meia dúzia de coisitas desnecessárias!!!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Vamos acabar com os filtros?

Temos um filtro no nosso cérebro que não nos deixa dizer aquilo que sentimos. Aquilo que nos mais profundo da nossa mente ecoa. O que o coração cala mas sabe de cor.

Temos um filtro que nos faz guardar, seja por pudor, respeito ou medo, aquilo que nem a nós não queremos confessar mas do qual temos todas as certezas. Por medo de não ser correspondido e nos colocarmos desprotegidos. Por respeito a quem gostaríamos de tanta coisa dizer. Por vergonha daquilo que é efectivamente a realidade. Por insegurança, por abnegação, por inércia, por medo de falhar. Por tudo ou por nada.

Mas, e se esse filtro te abandonasse: o que me dirias?

- Rita Leston -

domingo, 15 de junho de 2014

Elogio ao Amor




Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.


Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido....Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.


Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.


A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.


Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.


Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?


O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.


O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.


Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.


A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.


E valê-la também.


Miguel Esteves Cardoso

Esperar para ver

Há momentos na vida em que dizer tudo o que queremos não é tarefa fácil, diria mesmo que muitas vezes é uma tarefa dificílima!!!


Falta-nos as palavras e toda a articulação das mesmas para que tudo faça sentido na nossa cabeça e no nosso coração.


Não estamos a deixar de ser nós mesmos, não pensamos pela cabeça de ninguém mas simplesmente tudo parece não se encaixar no puzzle, o conteúdo não encaixa com a forma, a emoção não está de acordo com o discurso, enfim....nada está com nada!!!


Preferimos dizer o que não sentimos, simplesmente porque não queremos perder pessoas de quem gostamos. Será que resulta? Ou será que nos estamos a enganar a nós próprios?

3-0-0


A fazer rir Portugal e arredores!!!


E está para durar, sorry!!!

O que me espera esta semana....

Carneiro 21/3 a 20/4



Carta Dominante: A Força: audácia, compaixão.


Amor: Será uma semana de paixões fortes. Poderá criar falsas ilusões, e por isso o Tarot aconselha a que não se precipite nas suas atitudes. Não se entregue demasiado.


Profissional: Prepare-se para pequenos atritos com colegas. Conseguirá prevalecer as suas ideias. Financeiramente conte com algumas dificuldades.


Saúde: Controle alergias.


Vou seguir o conselho do Tarot, sim sim....