sexta-feira, 23 de março de 2018

Descanso aí vou eu...

 É só para avisar...que eu vou lhe usar!!!



Organizar o futuro

Futuro, improvável sabermos o nosso ou o dos outros, a não ser que nos confrontem com noticias que nos dê uma vaga ideia do que será o futuro. Um ano passou desde então. A noticia cai como se de uma bomba se tratasse, incrivelmente devastadora apesar de ainda ser um talvez e não uma certeza.

Talvez seja melhor assim, dá algum tempo para pensar no que fazer, como fazer, como dar a noticia que poderá não haver futuro.

Sendo assim, organizar, organizar é a palavra de ordem!

Organizar para que o futuro seja pelo menos parecido com os nossos sonhos e aspirações, para que o futuro de outros seja menos duro, para que tudo acontecesse se o futuro não tivesse pressa em fazer-se presente.

É realmente cruel pensarmos que não estaremos cá no futuro, que não vamos fazer parte daquilo que mais amamos.

E então tudo se torna mais simples....amamos, estamos com quem nos ama e faz bem, encontramo-nos com o nosso eu, tentamos viver felizes...esperamos que o futuro chegue...


segunda-feira, 19 de março de 2018

Who let the dog out??

Domingo, apareceu uns raios de sol neste Março que mais lembra Dezembro, logo aproveitou-se para fazer aquela limpeza à viatura (que está num estado caótico de quem transporta uma criança).

Até aqui tudo ok.

Estando dedicado a 200% a esta tarefa, ele é tapetes para um lado, cadeira de transporte do pequeno para outro, portas abertas, aspirador na mão...e de repente um patudo dentro do carro!! ahhh mas este não faz parte desta família...onde está o dono?

Ora o dono está, está, algures...longe, e nem sabe que o seu maravilhoso cão (ainda cachorro) entrou dentro da viatura de alguém e encontrou um gorro ao qual confundiu com um osso arrancando um pedaço!!!

Hummm, mas ninguém avisou este senhor que os cães para andarem na rua têm que ter trela? e em alguns casos açaime? que poderá ser instaurado um processo de contraordenação por isso? Parece-me que não....ou que simplesmente acha que pode fazer o que quiser.

Depois de recomposto daquela situação inesperada, o passo seguinte foi procurar o dono e informa-lo que o seu fiel amigo tinha danificado propriedade privada.
Resposta do dono - sabe ele é cachorro, acha que tudo é brinquedo. Virou costas e foi à sua vidinha.

Agora fiquei baralhado...mas falta aqui qualquer coisa não? Um pedido de desculpa? Uma responsabilização pelo bem danificado? Não???

Confesso que ainda sou do tempo em que se assume os erros quando os cometemos, pedimos desculpas por isso e arcarmos com as responsabilidades dos nossos atos!!

Mas hoje a inversão dos valores está na ordem do dia e a linha que separa o certo do errado, o bem do mal é muito ténue, cada vez mais fina e maleável de acordo com os interesses dos próprios ou de terceiros.

Ainda pensei apresentar queixa, não por causa do gorro, bem entendido, mas pela atitude. Mas depressa reflecti...não te metas por esses caminhos que vais ter má vizinhança, ainda te acusam de mesquinhez porque um gorro é um gorro nada de valor  e vais ser rotulado de inimigo nº 1.

E pronto, um gorro a menos e caso encerrado!!